Se a disponibilidade para correr riscos e a capacidade de aprendermos com os nossos erros (e portanto para os cometermos e estarmos dispostos a perdoar-nos por isso) são fundamentais, porque é que insistimos em martirizar-nos quando falhamos?
Não valeria a pena assumir que o fracasso faz parte da vida e que nem sempre o sucesso depende apenas de nós? Não valeria a pena assumir que apenas podemos dar o melhor de nós mesmos e esperar que tudo o resto corra no mesmo sentido?
E que quando não corre, podemos aprender com isso?
E porque - como diria o Xanana Gusmão - "resistir é vencer", resistam nos vossos sonhos e continuem a lutar por eles.
É que a vida não é o topo da montanha, é a viagem que fazemos até lá.
Boa semana!
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